quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Os discípulos de Cristo continuam a sua missão


Eles não devem ficar apenas nas orações
Nós, cristãos, agimos hoje como Jesus agiu no seu tempo: divulgamos a boa Nova do Evangelho, somos missionários, damos continuidade ao projeto de Cristo.
Há algum tempo, missionário era o cristão que pregava o Evangelho onde não havia batizados – entre os índios, na África, na China, no Japão etc.
Hoje, o missionário precisa pregar nas cidades dos batizados, para assim atrair para Cristo os cristãos que estão fora da Igreja e que não frequentam a comunidade.

Por Cristo o mundo teve a oportunidade de conhecer o reino do Pai. Ele criou uma comunidade de discípulos e preparou-os para a missão de levar o Evangelho ao mundo.
Anos mais tarde, outros seguiram os passos desses discípulos, com Madre Tereza de Calcutá, Madre Paulina, Irmã Dulce, São Francisco de Assis, Joao Paulo II e Dom Bosco. Cada um, a seu modo, seguiu os ensinamentos de Jesus e atraiu outros cristãos para viver essa experiência.
O que leva as pessoas a seguirem Jesus é a sua própria pessoa, sua amizade, seu anuncio de um encontro. O Mestre veio ao mundo com uma missão: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundancia” (Jo. 10,10)
Essa missão pertence a nós cristãos também, pois é uma missão de amor.
O amor salva e faz a pessoa se arriscar. Quem tem um amor empenha-se numa causa, num projeto e reúne outros a sua volta para ajudar a executá-lo.
É preciso ter preocupação humanitária, como todos os santos da Igreja, homens e mulheres de grandes realizações em favor da humanidade. Nos momentos de dificuldades eles sempre sentiam a presença de Cristo e, como Ele, não ficaram apenas na oração, mas entraram em ação para glorificar o Pai.
Um belo exemplo para todo missionário é o apóstolo São Paulo, de quem a Igreja celebrou dois mil anos de nascimento em 2008.
Paulo passou de perseguidor dos cristãos a apóstolo apaixonado por Cristo. Fez longas viagens durante toda a sua vida com a finalidade de propagar o Evangelho. Registrou em suas cartas, destinadas às comunidades cristãs fundadas por ele, todos os sofrimentos pelos quais passou em sua trajetória.
Paulo foi ao mesmo tempo missionário, pastor, teólogo, apresentado os grandes mistérios de Deus, da sua Igreja e da graça. Viveu a experiencia amorosa com Deus, que o amava, e a Ele entregou sua vida. Dizia viver crucificado, sofrendo pelo evangelho, mas feliz.

Postado por Elisa Baumhardt

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