segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Após a dor vem a ALEGRIA



O Evangelho deste final de semana nos mergulhou em abençoadas reflexões a respeito das pessoas que realmente são felizes em Deus, e que muitas vezes enxergam-se apenas como criaturas infelizes e castigadas pela Providência Divina.
O capítulo 5, versículo 4 de São Matheus nos chamou a atenção para o que realmente Jesus quis dizer com “Felizes os que sofrem porque serão consolados”, se na realidade todas as pessoas sofrem, estando sobre o trono ou sobre a palha. Mas observando melhor as palavras do Mestre é possível compreender que Ele não se referia a todas as pessoas sofredoras e sim aquelas pessoas que sabem sofrer, no qual, infelizmente bem poucos o sabem. Pois são poucos os que compreendem que somente as provações bem suportadas podem conduzir-nos ao Reino de Deus.
Assim, muitas vezes recorremos à oração para que sejam atenuados os nossos sacrifícios. Sim, a prece é um sustentáculo para a alma, porém ela não basta: é preciso que esteja apoiada sobre uma fé viva na bondade de Deus. Pois Ele nos esclareceu que não coloca fardos pesados em ombros fracos; o fardo é proporcional às forças, como a recompensa é proporcional à resignação e à coragem; maior será a recompensa quando a aflição for mais penosa.
“O militar que não é enviado ao campo de batalha não fica contente, porque o repouso na retaguarda do acampamento não lhe proporciona promoção; sejamos, pois, como o militar e não desejamos um repouso em que o nosso corpo se enfraqueceria e a nossa alma se entorpeceria. Estejamos satisfeitos quando Deus nos envia à luta. Essa luta não é o fogo da batalha, mas as amarguras da vida, onde é preciso, algumas vezes, mais coragem do que num combate sangrento, porque aquele que ficaria firme diante do inimigo, se dobrará sob o constrangimento de uma pena moral. Quando nos atingir um motivo de inquietação ou de contrariedade, esforçamo-nos por superá-lo, e quando chegarmos a dominar os ímpetos da impaciência, da cólera ou do desespero, poderemos dizer com justa satisfação: “Eu fui mais forte.”
Com isso, ‘Felizes os que sofrem’ pode, pois, ser traduzido assim: felizes aqueles que têm oportunidades de provarem sua fé, sua firmeza, sua perseverança e sua submissão à vontade de Deus, porque terão em cêntuplo a alegria que lhes falta na Terra”, e nunca nos esqueçamos que, “...ainda se vier noites traiçoeiras, se a cruz pesada for, Cristo estará contigo.”

Postado por Juninho

O PORQUÊ DE RECOMEÇAR!

Por Diácono Carlinhos
"Retirou da escuridão meu coração. Acendeu uma nova luz em meu olhar. Fez nascer à primavera onde o inverno não passou. E me deu motivos para recomeçar..." (Padre Fábio de Melo)
Quando compreendemos que o recomeçar é um continuar de onde paramos, um rever posições, um reiniciar aonde erramos, um voltar a caminhar quando estamos parados ou afastados do caminho, do trajeto proposto por Deus ou quando perdemos o foco de nossos objetivos. Um exemplo de recomeçar é uma tricoteira que deixa de fora alguns pontos que são fundamentais na sua manta, blusão ou obra que está tricoteando, tendo que desfazer, ou seja, voltar alguns pontos e corrigir para poder continuar sua obra, concluir sua missão.
Na vida da gente não é muito diferente. Às vezes precisamos compreender e rever pontos, voltar atrás algumas posições, para depois tranquilamente continuarmos nosso trabalho, nossos projetos e objetivos. Precisamos compreender e não termos vaidades, orgulhos, sentimentos de perda ou frustração, ao termos que voltarmos atrás para consertarmos as coisas quebradas, rompidas, esquecidas ou que fomos abandonando pelo caminho.
O dia é hoje, o tempo é o presente e a hora é agora!
Precisamos compreender que não podemos mais perder a hora, não podemos mais perder o foco, abandonarmos a missão devido a palavras ditas ou não ditas, não podemos mais deixar o coração machucado ditar nossas ações e o nosso futuro. É tempo de recomeçar. É tempo de rever atos. É tempo de corrigir, de crescer, de perdoar, é tempo de viver como Jesus viveu, amar como Jesus amou...
A frase ali em cima do Padre Fabio de Melo – “Fez nascer à primavera onde o inverno não passou...” me fez relembrar de um texto que escrevi na primavera: “se compreendesse”... Sim, quando compreendemos as estações da vida, como as estações do ano, aceitamos o recomeço... Aceitamos que acertamos, mas que também erramos. Compreendemos que no verão às vezes também faz frio e que no inverno, às vezes faz calor...
“Fazer nascer à primavera onde o inverno não passou.”
Que bela frase... Que proposta magnífica para uma meditação...
Esse ano que passou eu vivi um inverno muito rigoroso, talvez um dos mais rigorosos de toda a minha vida... Mas no meio dele consegui viver um pouco de primavera e de verão... E só consegui viver essas estações (primavera e verão dentro do meu inverno), porque comigo além de Deus, havia anjos e sirineus... (minha família, meus amigos, meus irmãos).
Precisamos compreender que voltar não é desistir, não é fraquejar, pelo contrário, para recomeçar, na maioria das vezes é preciso voltar... É preciso olhar para os exemplos que Jesus nos dá nessas situações: O Filho Pródigo voltou; a Ovelha Perdida voltou; um dos Leprosos voltou e todos aqueles que estavam afastados e aceitaram a Deus e a missão, voltaram... Então “voltar” não é sinônimo de derrota, mas sim, sinônimo de humildade, de amor, de inteligência, de compreensão, de crescimento, de fé, de esperança e de perdão.
Na maioria das vezes, para recomeçarmos precisamos desistir do caminho pelo qual seguimos por algum tempo, acreditando que nos levaria a algum lugar. Porém, quando nos damos conta que esse caminho está nos levando para longe daqueles que amamos, para longe de nosso ideal (Cristo), dos nossos sonhos, dos projetos que criamos e amamos, para longe da missão que Deus nos confiou, chegou a hora de parar e voltar.
Por isso que para recomeçar é preciso ter coragem, é preciso saber quando é a hora de parar, quando é a hora final daquele tempo que nos propomos (em que saímos e fomos para o monte). Se estivermos afastados da missão que Deus nos confiou, sempre é tempo de recomeço, é hora de compreendermos que se Deus nos chama, é porque a messe é grande e os operários são poucos. A Bíblia nos traz inúmeros exemplos de recomeços, inúmeros exemplos de discípulos e missionários que se deram conta de voltar ao caminho, concluir a missão para a qual Deus havia lhes convocado e nestes casos não há relatos de tristezas, de choro ou de ranger de dentes, pelo contrário, no retorno há festa, há abraços e presentes.
“Fazer nascer à primavera onde o inverno não passou.” É termos consciência que chegou a hora de sairmos da estrada torta, dolorida, cheia de curvas, buracos, lágrimas e corações partidos (irmos para longe dos ídolos do TER/PODER/PRAZER que o mundo nos propõe) e pegar o retorno mais próximo. Deixar para trás dores particulares, sonhos frustrados, jogar fora papéis amassados de textos e rabiscos mal acabados, deixar para trás palavras ditas ou não ditas e olhar para frente, vislumbrar que um novo dia amanheceu e que a noite escura que havia se foi para nunca mais voltar.
Compreender que no recomeçar, podemos nascer de novo, fazer ressuscitar sonhos, projetos, amizades e concluirmos a missão para qual Deus nos convocou pessoalmente. É compreendermos que mesmo durante a tribulação, as crises, as dificuldades que se apresentam no meu inverno, eu vou poder viver a primavera porque estou com Deus, com os anjos e os sirineus que Ele me enviou.
Recomeçar é rever pontos e estações para aprender a não mais pular etapas. Lembrando que aprendemos e crescemos mais com as quedas e os obstáculos, do que com um caminho livre e sem dificuldades. É preciso termos consciência que não podemos viver só no verão ou só na primavera, que precisamos saber que além dessas estações, existe também o outono e o inverno, e para essas eu preciso guardar proventos, alimentos e ter reservas para os dias frios e chuvosos que eu não puder sair para trabalhar (aqui surge o valor da família – da amizade – da igreja – do grupo – da comunidade...) é quando eu colho o fruto do que eu semeei.
“Fazer nascer à primavera onde o inverno não passou.”
Eu, particularmente, creio que só conseguimos viver a primavera onde o inverno não passou com Deus, com os anjos e com os sirineus que Ele colocou em nosso caminho...
E, se tu neste momento vives o verão, se não há necessidades de recomeços, agradeças a Deus, colha os frutos que semeastes ontem, mas principalmente, não deixas de semear para quando o inverno vier, porque ele vêm e as vezes ele vem tão rigoroso e nós não guardamos os proventos necessários para suportarmos essa estação e sucumbimos no meio do caminho.
Pense nisso!

· E aí, compreendo o que eu preciso recomeçar hoje?
· Em que estação estou?
· Estou colhendo os frutos do que semeei ontem?
· E o que estou semeando para colher amanhã?

Shalom!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Grupo, amizade e pessoa

Quantas vezes, em nossa juventude, nos traímos em pensamento, divagando sobre a necessidade e a importância das pessoas, de amigos e amigas na construção de nossa identidade, de nossa personalidade e de nosso projeto de vida!

Uma “traição construtiva”. Ainda que queiramos nos afirmar “auto-suficientes”, a vida da gente nos ensina certas coisas que só o coração pode explicar. Ou melhor, só dá para explicar de coração. Ou será que só é possível explicar ao coração?

Por detrás de nossas “fortalezas edificadas”, brilha sempre - fogosa, ardente excitante - a busca eterna do sentido de ser, de sondar as profundezas dos ideais, das angústias, de conhecer... Mesmo que abafemos seu brilho, resfriemos seu calor... no descuido, ela está lá. Do jeito que a deixamos, no ponto onde paramos...

Há dentro de nós um “princípio” que nos move ao diálogo, ao relacionamento, à participação, ao encontro: a amizade. A necessidade de descobrirmos “O Diferente” que existe em cada pessoa. Quando me descubro em mim, já sou eu em ti e tu em mim! Distantes muitas vezes, ausentes nunca, jamais é tarde para o encontro, para a conversa. “Um tempo sem fronteiras, fantasias pelo ar, o mundo é meu, é só deixar...” (Flávio Vezzoni).

Para isso, não é difícil perceber que há sempre muito mais para se caminhar do que todo o percorrido. Ao longo de toda a vida, a busca de sentido fundamental da existência vai-se assemelhando a “cavar um buraco em água!” Constitui-se simultaneamente numa decepção e numa alegria. Decepção por nunca ver aumentar a profundidade do buraco. Alegria por saber que, por mais que se “cave”, sempre haverá muito mais água chegando para tomar o lugar daquela que foi retirada” “Prefiro ser esta metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”. (Raul)

Por esta razão torna-se tão importante a participação e o envolvimento em grupos de referência. Seja em grupos para esportes, de música, de estudos, teatro, grupos de jovens... a “turma” é que marca nossa juventude. É a “água nova” preenchendo o espaço do que julgamos já ter conseguido alcançar. O grupo reproduz uma sociedade em miniatura. É um laboratório de sociedade, espaço de participação, de individualidade e coletividade pedagógicas na nossa formação. Nos desacomoda, projeta, conquista.

Fundamental é a amizade

A amizade deve ser buscada. Ela ou é verdadeira, ou não é amizade. É manifestação da alma perscrutando o infinito, fugindo à distância e ao tempo, criando eco na pessoa do outro, da outra, unindo culturas, línguas, religiões... comprometendo, sonhando!

“Sonho que se sonha só, é ilusão!” Em grupo é diferente! Nem melhor, nem pior. O diferente é simplesmente diferente. Por si próprio. O grupo torna “pessoa, os anseios e projetos conhecidos nas relações de “seres em rotação universal”. “O novo” que brota, é sacramento da busca eterna. Ao final, o que há de ficar serão os semblantes, as confidências, as pessoas...

“Mas quem cantava, chorou ao ver seu amigo partir. Mas quem ficou, num pensamento voou, com seu canto que o outro lembrou. E quem voou no pensamento ficou com a lembrança que o outro cantou” (Milton).


Fonte: Mundo Jovem
Gilberto Flach (Beto),
Artigo publicado na edição 285 do Jornal Mundo Jovem, março de 1998, página 17.

Postado Por Felipe Drews

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Mensagem do papa para o Dia Mundial das Missões 2011

Jovem, lembre-se da sua missão: EVANGELIZAR.


Foi publicada, nesta quarta-feira, 26, a
mensagem do papa Bento XVI para o Dia Mundial das Missões 2011, que se realizará no dia 23 de outubro.

O papa reitera na mensagem que a evangelização é uma dimensão essencial da Igreja e uma tarefa urgente hoje, pois a secularização faz com que muitas pessoas vivam como se Deus não existisse.

"O Evangelho não é uma propriedade exclusiva de quem o recebeu, mas um dom a ser partilhado e comunicado", sublinha o papa, reiterando que todo batizado é chamado a levar a todos a Boa Nova do Evangelho.

Bento XVI ressalta que aumenta o número de pessoas que tendo recebido o anúncio do Evangelho o esqueceram e abandonaram. "Esta em andamento uma mudança cultural, alimentada pela globalização e pelo relativismo, uma mudança que leva a um estilo de vida que exclui a mensagem do Evangelho e exalta a busca do bem-estar, do dinheiro fácil, da carreira e do sucesso como objetivo de vida, mesmo em detrimento dos valores morais", disse.

O Santo Padre convida os fieis a responderem à vocação missionária resposta essencial para a vida da Igreja. "A obra evangelizadora é essencial para a Igreja e não pode ser considerada simplesmente como uma das várias atividades pastorais".

Referindo-se a Paulo VI, a mensagem ressalta que a animação missionária dá uma atenção particular à solidariedade. "É inaceitável que a evangelização transcure as questões relativas à promoção humana, justiça e libertação de todas as formas de opressão, obviamente, respeitando a autonomia da esfera política. Ignorar os problemas temporais da humanidade significa esquecer a lição que vem do Evangelho sobre o amor ao próximo que está sofrendo", frisa Bento XVI.

O Dia Mundial das Missões "é um chamado a revigorar em cada pessoa o desejo e a alegria de ir ao encontro da humanidade levando a todos, Cristo", conclui a mensagem.

Fonte: site da CNBB

Postado por Felipe Drews

Existem motivos para acabar um namoro?

Em geral, é um assunto que o pessoal não gosta de refletir. Sobretudo os que estão em altos namoros. Não é exagero dizer que qualquer relação humana sem estabilidade é prejudicial.

Não basta amar alguém para formar com ele um “casal”. São dois assuntos: amar e pensar em casar. Podemos amar intensamente uma pessoa e ao mesmo tempo dar-nos conta que não formamos com ela uma “boa dupla”. A relação de namoro é difícil! Não se constrói um namoro com simples sentimentos. É preciso outras coisas: maturidade, saúde emocional, respeito, solidariedade, generosidade, comunicação, projeto de vida comum, acordos em princípios básicos, flexibilidade...

O namoro é um tempo para dar-se conta se duas pessoas que se amam poderão formar um matrimônio feliz. Para isso, deverão estar atentos ao que acontece durante este relacionamento. Deixemos de lado as atrações mútuas e os apaixonamentos! Existem pequenos sinais, detalhes que escondem problemas graves:

1)Violência: Seja ela verbal (por palavras), emocional ou física, mesmo que seja leve, essa relação deve terminar imediatamente. A violência não pode construir uma relação.
2)Ciúmes: Quando um dos dois é ciumento, mostra uma terrível insegurança, desejo de controle e de posse do outro. Ninguém é dono de ninguém. Ser ciumento não é prova de amor. Ao contrário: significa que o ciumento considera o outro “propriedade sua”.
3)Dependência emocional: A felicidade é uma experiência interna e responsabilidade de cada um. Se há um enriquecimento mútuo, ótimo. Mas se dependem um do outro para serem felizes, se sentem que sua vida é vazia sem o outro, isso não é amor, é dependência.
4)Desejos de controle: Se teu namorado(a) pressiona fazer algo que tu não está de acordo. Isto pode parecer um detalhe pequeno, mas no fundo existe um enorme desejo de controle sobre o outro.
5)Problemas psicológicos: Problemas como: depressão, ansiedade, insegurança profunda, imaturidade, obsessão, masoquismo, agressividade, compulsões, vícios psíquicos... Devem ser tratados profissionalmente antes de querer pensar em namoro. A parte sadia do namoro não deve sentir-se culpável por deixar o outro com seus problemas porque, uma coisa é o amor e outra é a convivência. Podemos amar alguém com problemas e apoiando, ajudando na medida do possível, mas é bem diferente formar com este um “casal”.
6)Mentiras e ocultamento de assuntos graves: Estes assuntos, não são impedimentos para uma relação. Mas o outro deve saber que existem estas situações para poder tomar uma decisão livre, não com enganos.
7)Egoísmo: Cada um sabe quando e quanto cada um é egoísta. Mas é bom lembrar que o egoísmo não permite o desenvolvimento do amor.
8) Não afinidade de valores: Não estar de acordo nos valores fundamentais da vida. Como poderiam construir uma vida em comum assim?

Espero que os jovens do CLJ, possam pensar muito antes de começar um namoro. E namorando possam ser equilibrados. Os grupos de CLJ não são “pontos de encontro para namorar”, mas é normal que surjam namoros. E porque não dizer que muitos dos sólidos casamentos começaram com bons namoros cristãos.

Pe. César Augusto Worst


Namoro é crescimento mútuo, e para isso Ele tem que ser o vela no seu namoro! Mas Ele não será “o mala”, Ele será aquele que conduzirá vocês a um relacionamento verdadeiramente feliz, sendo exemplo aos demais. Jesus deve ser a pessoa inspiradora do seu namoro, e mais, Ele deve ser a razão de vocês estarem unidos.
A felicidade como casal, será consequência da felicidade do nosso PAI celestial.O seu nível de realização no namoro é consequência de seu namoro ser bênção (e exemplo) ou não para o REINO DE DEUS. Você ficará mais feliz e satisfeito a medida que suas atitudes, intenções, planos e sonhos (para seu namoro) tiverem por objetivo adorar a DEUS!
Imagine um triangulo onde DEUS é o topo e você e seu cônjuge cada ponto da base. Note que quanto mais próximo do topo os dois pontos da base estiverem, mais próximo um do outro estarão também. Por isso quero te incentivar a iniciar uma revolução no seu namoro! Pode ser difícil no início, mas vocês dois precisam estar no mesmo propósito! Comece hoje, comece AGORA! Use estratégias! Façam um jejum juntos! Troquem caricias por oração, beijos por leitura bíblica!
Postado por: Jéssica

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Reencontro na Festa da Naty


O aniversário de 15 anos da querida Natália Carneiro foi uma oportunidade e tanto de reencontro para galera do CLJ. O festerê ocorreu no sábado, 22, no salão da Comunidade Perpétuo Socorro, bairro Oliveira. Contou com a participação de muitos jovens do Pós e do Pré.

Depois de quase um mês de férias, o momento foi de colocar os assuntos em dia e se divertir muito. E, também, de homenagear a aniversariante. A família CLJ não poderia deixar passar em branco uma data tão especial.

A Naty estava muito linda e a festa muito boa. Comida gostosa, refrigerante e água bem gelados e o DJ mandando bem na trilha sonora. Resultado: galera do Pós bailando até o fim da festa. Foi uma diversão só.

Em breve mais fotos.

Retorno
Lembrando que o Pós-CLJ retorna das férias no dia 12 de fevereiro. Até lá, a galera pode se ver na Serenata, todas as quartas-feiras às 18h30.

Pré
A primeira reunião de Pré-CLJ de 2011 é no dia 12 de março, às 14h Todos os jovens com idades entre 13 a 18 a anos podem participar.

Twitter
O CLJ também tem perfil na rede social que vem conquistando cada vez mais adeptos. O login é @CLJSãoJosé. Então, os twitteiros de plantão podem adicionar o perfil para ficar ligado nas notícias do movimento.


Postado por Emilin Grings

domingo, 23 de janeiro de 2011

PARA DEUS: SIM é SIM! NÃO é NÃO! Deus já te chamou para alguma missão?

E QUAL FOI A TUA RESPOSTA?
Por Diácono Carlinhos
Essa semana os Evangelhos nos convidam a refletir sobre a “MISSÃO” para qual Deus nos chamou. Falam também da nossa resposta. Do nosso Testemunho. Do nosso ENVIO e das consequências deste SIM ou NÃO e nos alertam também se através de nossas ações não estamos cometendo PECADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO (que é imperdoável).
Já me questionei muitas vezes sobre o que acontece quando a gente recebe o chamado de Deus, seja para a vocação sacerdotal, matrimonial, para participar de uma pastoral, fazer um serviço social, filantrópico, de amor/caridade... E dizemos para Deus: SIM, SIM! Ou NÃO, NÃO! Ou então quando nos desviamos da missão que nos foi confiada ou a abandonamos essa no meio da caminhada...
O que a Bíblia nos diz a este respeito?
Sobre sermos servos bons e fiéis ou sermos servos maus e infiéis...
Primeiro não devemos esquecer que “... a quem muito foi dado, muito será cobrado!” Também porque devemos ser justos e reconhecermos que depois de conhecermos a Deus nossa vida é “transformada”... Ela muda completamente ou tua vida não mudou depois que conheceu a Deus?
Precisamos ser JUSTOS com Deus... Precisamos olhar para trás e verificarmos as mudanças que Ele está realizando ou já realizou em nossas vidas; na vida das nossas famílias; dos nossos amigos; nossos círculos sociais; o caminho que trilhávamos antes de dizermos SIM a Deus certamente já não é mais o mesmo que trilhamos hoje. Agora eu não posso me desviar deste caminho, encontrar atalhos, subterfúgios, desculpas para me afastar daquilo que Ele me propôs e eu livremente aceitei. Veja logo abaixo o que a Bíblia nos ensina e o que ela diz sobre o nosso SIM ou o nosso NÃO.
Primeiro reflita!
1º. Se eu não tivesse tido a oportunidade de conhecer a Deus, minha vida estaria do jeito que está HOJE?
2º. Eu estaria vivendo a realidade que eu vivo?
3º. Eu compreenderia a vida e o mundo como eu compreendo hoje?
Nós não podemos esquecer que as promessas de Deus nunca falham (seja para aqueles que acertam, seja para aqueles que erram...). A Bíblia nos diz em Josué 23, 14 “Eis que vou hoje pelo caminho de toda a terra; e vós sabeis em vossos corações e em vossas almas que não tem falhado uma só palavra de todas as boas coisas que a vosso respeito falou o Senhor vosso Deus; nenhuma delas falhou, mas todas se cumpriram.”
Portanto, minha resposta para Deus, não pode ser SIM hoje e NÃO amanhã, até porque ele mesmo não nos assegura só facilidades, apenas nos diz: “... pega tua cruz e me segue...” e para segui-lo vou encontrar pedras, buracos, dificuldades, espinhos e não apenas alegrias, prazeres, felicidades e facilidades.
Porém, se hoje, somos o que somos é porque dissemos SIM ao projeto que Deus tem para nós... E não podemos esquecer que Deus deu-nos a promessa de novos corações e de novos desejos. (Ezequiel 36, 26)
Temos que ser justos com Deus, pois nossa vida muda a partir do momento em que fazemos um pacto com Ele (um encontro pessoal), quando então se olharmos bem, tudo começa a se transformar... Deus prometeu suprir todas as nossas necessidades. A Bíblia diz em Filipenses 4, 19 “Meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus.” Se tua ainda não fez um encontro com Deus, faça!
Observemos se a partir deste encontro, deste SIM que demos a Deus se a nossa vida não se transformou? Se a nossa vida não mudou? Se ela não segue um novo rumo e um novo caminho? Veja as pessoas que Ele começa a colocar no nosso meio, sejam os “anjos” ou os “sirineus”... veja também se Ele já não te alcançou graças, curas, ...
Mas veja que junto também vem os “peregrinos” (machucados), vem a “hemorrágica”, vem a “adúltera” (pecadora), vem os “leprosos” (os doentes os enfermos), os “homens das mãos secas” (os excluídos e as pessoas com os seus defeitos) e tantos outros a quem tu também tens a obrigação de cuidar, enfim... No nosso caminho não são colocados somente vitoriosos, mas também pessoas a quem devemos estender a mão e acolhermos, faz parte da nossa MISSÃO, está na minha obrigação, dentro do meu pacto, do meu compromisso com Deus, ser “anjo” e “sirineu” destes... Veja se não é a partir daqui, dessas necessidades que começamos a descobrir os nossos talentos e nossos dons! (descobrimos os nossos dons da fala, da escuta, da cura, da escrita,...). Ele te “entrega” um a um e te diz: “toma, cuida dele (a) para mim! e Tudo o que tu fizerdes a eles é a mim que o fizestes...”
Assim, para eu cumprir minha missão Ele vai me alcançado dons, talentos, Graças... Agora o que estamos fazendo o que com os talentos que Ele nos entregou?
A Bíblia no Evangelho de São Mateus nos traz o relato daqueles servos que deram o SIM ao seu patrão e qual foi à resposta de Deus a partir do que fizeram com estes dons e talentos:
1. Ao que fez bom uso dos seus talentos o seu senhor lhe disse:
Muito bem, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor
.
2. Porém, ao que fez mau uso dos seus talentos o seu senhor, disse-lhe:
Servo mau e negligente; sabias [?] que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? Devias então ter dado os meus talentos aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros.
Tirai-lhe, pois, o seu talento; e dai-o ao que tem os dez. Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado.
Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.
Fico pensando na história destes dois servos e no que eu me pareço com eles. Às vezes me pego a pensar se estou fazendo bom uso dos meus talentos ou se estou fazendo como o servo mau e inútil, se às vezes por achar a cruz pesada demais ou por achar que não tenho o dom para determinada coisa, ou que Deus não está sendo justo comigo, se não tenho desistido da missão tão logo ou até mesmo, antes de começar.
Mas será que Deus nos chama para fazermos algo pela metade ou para fazermos um serviço incompleto?
Tenho certeza que não! Se Ele nos chama é por que espera que aquele serviço seja perfeito para nós. E Ele nos capacita para isso. Porém, assim como qualquer outro trabalhador/servidor, nós podemos ou não cumprir a nossa tarefa. Está no nosso Livre Arbítrio. Na nossa liberdade de escolhermos em fazermos ou não, aquilo que Deus nos confiou. Porém, temos que ter a certeza de que isso é algo feito especialmente para gente, apesar das dificuldades que essa vocação, esse apostolado, essa missão ou essa pastoral possa trazer, Deus confia na gente e nos capacitou para essa tarefa.
Veja que Deus nos promete paz e diz que confia em nós. A Bíblia diz em Isaías 26, 3 “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti.” ELE PODE CONTINUAR CONFIANDO EM MIM PORQUE VOU CUMPRIR MINHA MISSÃO?
A partir do meu SIM temos a promessa de saúde e cura. A Bíblia diz em Jeremias 30, 17 “Pois te restaurarei a saúde e te sararei as feridas, diz o Senhor...” DEPOIS DO MEU SIM, DEUS NÃO ME ALCANÇOU NADA?
Deus sempre cumpre a suas promessas. A Bíblia diz em 2 Coríntios 1, 20 “Pois, tantas quantas forem as promessas de Deus, nele está o SIM; portanto é por ele o amém, para glória de Deus por nosso intermédio.”
Deus nunca se retrata ou altera a suas promessas. A Bíblia diz em Salmos 89, 34 “Não violarei o meu pacto, nem alterarei o que saiu dos meus lábios.”
Espero que todos nós possamos olhar para dentro de nossos corações e verificarmos qual foi à resposta que demos a Deus (SIM ou NÃO) e o que estamos fazendo com os TALENTOS e os DONS que Ele nos entregou, se estamos sendo servos fiéis ou infiéis. Verifiques COM ATENÇÃO AS Graças QUE ELE JÁ TE ALCANÇOU e verificas se tu estas correspondendo a essas respostas e essas graças que Ele te concedeu!
Não podemos esquecer-nos do que Ele nos ensina sobre o servo infiel e inútil que é aquele que recebe o dom da Graça e o enterra sob a alegação de que servir a Deus é coisa dura e arriscada que não lhe traz felicidade, que está triste com isso tudo que não suporta a cruz, mas ao mesmo tempo aproveita-se das benesses que Deus lhe concedeu... Sobre esseS SERVOS Jesus diz (que perderão tudo):
“Tirai-lhe, pois, o seu talento; e dai-o ao que tem os dez. Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado. Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.”
Agora observe também o que o Evangelho de São Mateus nos diz sobre sermos um servo bom e fiel. Diz que Ele nos dá a confiança na Graça e a gratidão pelo privilégio de sermos quem somos para Deus (vai nos alcançando mais e mais talentos); sem medo de expressar e aumentar o dom da Graça em nossa vida (nos alcança mais dons); o que significa viver a plenitude de nossos carismas, talentos, recursos e possibilidades. EM SUMA VIVER PARA DEUS, DANDO SEU TESTEMUNHO E MOSTRANDO O SEU ROSTO EM TODOS OS LUGARES. Vai a cada dia transformando mais o nosso coração de pedra em coração de carne, nos ensinando a amar mais, a perdoar mais, a servir mais... e assim a cada dia, a cada instante mais perto d’Ele e mais distante do mal. Mas cuidado! Para Deus SIM é SIM - NÃO é NÃO...
Não se pode oscilar entre dias nos quais escondemos a Graça com raiva de Deus por mera amargura contra a vida ou contra os outros a quem temos a missão de cuidar, ou por acharmos que a cruz está pesada demais, mas ao mesmo tempo usufruímos livremente dos dons e talentos que Ele me alcançou, achando que não ira me pedir o retorno da missão que me atribuiu e ao que eu disse SIM.
Assim, hoje, faça uma reflexão sobre quais foram as suas respostas para Deus e quais foram às respostas que Deus lhe deu (se depois deste SIM lhe alcançou dons, talentos e graças...)!
Também, avalie se estás cumprindo as promessas que fizestes a Ele!
♪♪♪Hoje eu quero voltar aos teus braços e encontrar o abraço que eu deixei pra trás. Hoje eu quero voltar aos teus braços e encontrar o abraço que eu deixei pra trás. ♪♪♪
Pense nisso! Tenha uma feliz e abençoada semana! Shalom!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Papa João Paulo II é escolhido padroeiro da Jornada Mundial da Juventude




O presidente do Pontifício Conselho para Leigos, cardeal Stanislaw Rylko anunciou nesta sexta-feira, 14 que o papa João Paulo II, após a beatificação no dia 1 de maio, será o novo padroeiro da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

O anúncio foi feito em Madri, Espanha, onde acontecerá a Jornada Mundial da Juventude entre os dias 16 e 21 de agosto deste ano.

“Estamos felizes de termos entre os nossos padroeiros também João Paulo II”, disse dom Ryłko. O anúncio da escolha do novo padroeiro foi anunciada após a segunda reunião preparatória com a participação de delegados de 84 países e 44 movimentos e associações de todo o mundo.

Jornada Mundial da Juventude

A Jornada Mundial da Juventude foi criada pelo papa João Paulo II em 1985 e aconteceu pela primeira vez em 1986, em Roma. Desde então, vem sendo feita, em média, a cada dois anos em diversos países e com temas propostos pelos papas, que marcam presença no evento.

“A esperança de um mundo melhor está numa juventude sadia, com valores, responsável e, acima de tudo, voltada para Deus e para o próximo", disse o papa João Paulo II em carta ao Cardeal Eduardo Francisco Pironio, na ocasião do Seminário sobre as Jornadas Mundiais da Juventude organizado na Polônia.

Durante a JMJ, jovens do mundo inteiro participam de shows, catequese, adoração, missas e palestras. Tudo isso em diversas línguas. Na última edição, que aconteceu em 2008, na Austrália, o evento reuniu mais de 1 milhão de jovens. Apesar de ser proposta pela Igreja Católica, é um convite à juventude mundial.

Texto extraído do site da CNBB

DO MONTE DAS OLIVEIRAS PARA O MONTE TABOR!

HOJE EU LHE CONVIDO PARA SAIRMOS DO MONTE DAS OLIVEIRAS (GETSEMANI/AGONIA – ÚLTIMO TEXTO) E FAZERMOS UMA VISITA AO MONTE TABOR (ONDE OCORRE A TRANSFIGURAÇÃO DE JESUS)
Por Diácono Carlinhos
O Monte Tabor é uma alta colina da Galiléia, na seção leste do vale de Jizreel, 17 km a oeste do Mar da Galiléia, como o topo à cota de 575 metros acima do nível do mar. Foi no topo deste monte que os Evangelhos sinópticos relatam a Transfiguração de Jesus, bem como São Pedro também comenta sobre esse espisódio em sua segunda carta, versículos 17 e 18, capítulo 1, havendo também o testemunho de uma voz que confirmava ser Jesus o Filho de Deus, conforme o relato dos Evangelhos (Mt 17, 1-9, Mc 9, 2-10 e Lc 9, 28-36).
O Monte das Oliveiras faz parte da fronteira ocidental do Deserto da Judéia. Entre ele e a Cidade Antiga de Jerusalém está o vale do rio Cédron ou como também é conhecido, vale de Josafá. O Monte das Oliveiras pertence à cadeia montanhosa que se inicia a leste de Jerusalém e prossegue por cerca de três quilômetros e meio. Foi o lugar para onde Jesus e seus discípulos foram depois da Última Ceia (Mc 14, 26-32). Getsemani foi o cenário de entrega final que Jesus fez de Si mesmo para Seu padecimento redentor; ali mesmo, foi preso. É o local onde a Bíblia nos diz que Jesus sofreu a sua “AGONIA”.
Mas hoje nós queremos nos prender mais no MONTE TABOR, local da Transfiguração de Jesus, onde estava tão bom que São Pedro chegou a propor construirem tendas para que ficassem ali... “Senhor, é bom nós estarmos aqui...”
Pare, pense um pouco! Medite! Onde tu estás agora? Tu proporias para Jesus neste momento? “Senhor, é bom estarmos aqui, então eu vou construir uma tenda para ti, outra para mim, minha família e meus amigos”...
A Bíblia nos diz que:
E aconteceu porém que, seis dias depois destas palavras, Jesus tomou Pedro, Tiago e João, seu irmão, e conduziu-os e subiu a um alto monte, consigo, a sós, para orar.
E enquanto ele orava, a aparência do seu rosto tornou-se outra e a sua roupa, branca, refulgente: Ele transfigurou-se diante deles e o seu rosto resplandeceu como o sol; e as suas roupas, porém, tornaram-se resplandecentes, extremamente brancas, como a luz, como nenhum lavadeiro sobre a terra as pode tornar tão brancas.
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, e estavam a falar com Jesus: tendo aparecido em glória, falavam da saída dele, que estava para cumprir-se em Jerusalém.
Pedro, porém, e os que estavam com ele estavam acabrunhados pelo sono. Despertando, porém, viram a sua glória e os dois varões que estavam de pé com ele.
E aconteceu que, quando se afastavam dele, Pedro, porém, respondendo, disse a Jesus: «Senhor, é bom nós estarmos aqui; e façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias»;
E ainda ele falava, dizendo, porém, ele estas coisas, eis que se fez uma nuvem luminosa e cobriu-os; e atemorizaram-se, porém, entrando eles na nuvem. E eis que da nuvem se fez uma voz, dizendo: «Este é o meu Filho amado. Ouvi-o». E os discípulos, ouvindo, caíram com a sua face por terra e tiveram grande medo.
E, tendo soado aquela voz, Jesus encontrou-se só. E Jesus aproximou-se e, tocando-os, disse: «Levantai-vos e não temais!» Erguendo, porém, os seus olhos, e, de repente, tendo olhado em redor, não viram mais ninguém, senão o próprio Jesus só com eles.
E enquanto eles desciam do monte, Jesus ordenou-lhes que a ninguém narrassem o que tinham visto, até que o Filho do Homem ressuscitasse dos mortos, dizendo: «A ninguém digais a visão, até que o Filho do Homem ressuscite dos mortos!» E eles calaram-se e não disseram a ninguém, naqueles dias, nada do que tinham visto. E guardaram a palavra consigo, perguntando uns aos outros o que é o «ressuscitar dos mortos».

E para nós, onde está o nosso Monte Tabor?
Repito, nesse momento eu posso dizer? “Senhor, é bom nós estarmos aqui...”

Ora, o nosso Monte Tabor está onde o nosso coração estiver na “Paz do Cristo”... No amor a Deus e aos outros... Quando estamos em paz com Deus e com os outros, estamos no Monte Tabor ou pelo menos indo na sua direção.
O nosso Monte Tabor é a companhia da nossa família, os nossos amigos, os nossos irmãos, o nosso grupo de Igreja... Mas lembre sempre, ele começa exatamente no seu peito (O céu começa em você)... Ele está, onde estiver o seu coração!
Portanto, se quiseres visitar o Monte Tabor, limpa o teu coração de toda a tristeza, de toda a mágoa, raiva, rancor, ódio, orgulho, vaidade e de todos os maus sentimentos que habitam nele...
Só conseguirás ver o alto do Monte Tabor, sem nuvens, sem serração, com o teu coração puro e limpo, indo na direção do outro... Daquele que sofre, do que está preso, com fome, nu, doente... Indo na direção da tua família, em harmonia com teus irmãos e com a tua Igreja.
N
esse momento, seja onde tu estiveres, pensa um pouco, faz uma reflexão e verificas se tu podes dizer: “Senhor, é bom nós estarmos aqui...” verificas se tu podes dizer essa frase no meio da tua familia, no meio dos teus amigos e em todos os ambientes da tua igreja...
Mas se no caso perceberes uma resposta negativa, verificas qual a medida que deves tomar para que possas fazer uma visita a Jesus no Monte Tabor...
Pois se aceitarmos essa proposta, Jesus vai nos dizer o que disse a Pedro, Tiago e João: «Levantai-vos e não temais!»
Sim, quem está em paz consigo mesmo, com os outros e com Deus, não teme a nada e, é muito feliz e poderá dizer: “Senhor, é bom nós estarmos aqui!” e nesse momento podemos dizer: “Ele está no meio de nós!”
Não perca tempo - o dia é hoje e a hora é agora!
Pense nisso e tenha um feliz e abençoado dia...
Shalom!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Você pode

Pense bem antes de dizer "Eu não posso", pois aos olhos de Deus você é perfeito.
Tony Melendez nasceu sem os braços, mas nunca desistiu de viver. Apaixonado pela música, aprendeu a tocar violão com os pé e foi calorosamente aplaudido pelo Papa João Paulo II em uma apresentação. Assista esse vídeo que conta a história dele. Vale a pena.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

No sofrimento, dê tempo ao tempo e ouça o silêncio...

Por Diácono Carlinhos
“No sofrimento se esconde uma força particular que aproxima interiormente o homem de Cristo, uma graça particular” (João Paulo II ).
Antes de tudo lembre-se que Jesus no Monte das Oliveiras também sofreu e ficou angustiado, isso nos ajuda a compreendemos que nada acontece antes do tempo e que não estamos isentos das nossas angústias e que também iremos passar os nossos momentos de tribulações. Existe alguém que com amor supremo, pensou em cada detalhe da nossa vida. Existe alguém, que com carinho de Pai, fez e faz tudo acontecer. Mas tenha fé. Então não se desespere. Até as lágrimas brotam no momento certo. E o sopro da vida é suprema decisão de quem dá e tira… com perfeita precisão. Com isso, entendemos que muitas vezes os sofrimentos são necessários para que possamos construir nossa casa sobre a rocha, precisamos disso para ficarmos mais fortes e resistentes nas adversidades que a vida nos apresenta. Porém, contudo, não podemos abandonar o projeto de Deus e nem nos desviar do caminho.
Quantas vezes estamos sofrendo, angustiados, passamos por dificuldades, nos sentimos mal e ficamos sem entender o “por quê?” de tanto sofrer. Chegamos inclusive a questionarmos Deus: Porque eu? Neste momento lembremos-nos de olhar para o crucificado e assumir nosso caminho de cristão. Ora se somos seus seguidores, como não ter cruz em nossas vidas? Ele mesmo nos diz: “... pega tua cruz e me segue...”
Na segunda carta aos Coríntios 6, 4-9, São Paulo nos diz: “ …em tudo nos recomendamos como ministros de Deus, por uma constância inalterável, em tribulações, necessidades, angústias, açoites, prisões, tumultos, fadigas, vigílias, jejuns, pela sinceridade, conhecimento, paciência, bondade, pelo Espírito Santo, pelo amor sincero, pela palavra da verdade, pelo poder de Deus, pelo manejo das armas da justiça, quer de ataque, quer de defesa, na glória e na ignomínia, na má e na boa fama, tidos como impostores e, no entanto, dizendo a verdade, como desconhecidos e, no entanto, sendo bem conhecidos, como agonizantes e, no entanto, estando sempre alegres, como indigentes e, no entanto, enriquecendo a muitos, como não tendo nada e, no entanto, possuindo tudo.”
Caríssimos quanto mais próximos de Deus, mais usados e testados seremos. Se suportarmos a agonia, a angústia, a tribulação, a sensação de abandono e sofrimento, seremos ferramentas afiadas, instrumentos afinados, prontos para suportarmos a dor da vitória. Mesmo que para o mundo a sua, a minha, a nossa vitória em Cristo, seja considerada derrota. Mesmo que em nossa pobreza humana possamos “enriquecer a muitos”. Assim, devemos pegar nossas cruzes e seguirmos em frente, sem desistirmos dos projetos e dos planos que Deus nos confiou.
Temos que estar conscientes de que a vida espiritual também é permeada por securas, tempo de aridez, falta de gosto, sensação de solidão, de abandono, de desânimo… Nestes períodos, somos privados das consolações sensíveis e espirituais. Isso mesmo que a gente não entenda, favorece nosso crescimento na vida de oração e na prática das virtudes. Esse é o momento de nós provarmos a nossa fé... Ao não abandonarmos o projeto que Deus tem para nós, projeto para o qual Ele nos chama nominalmente... na dúvida vá para a Capela e no “silêncio” ouça o que Ele tem para lhe dizer.
Na verdade, nestes momentos, muitas vezes o que sentimos é que apesar dos nossos esforços, de disciplina na vida espiritual a gente não sente gosto na oração; ao contrário, experimenta-se nela o cansaço, o desânimo, a ausência da presença de Deus, como se Ele tivesse se esquecido da gente e esse tempo parece que não tem fim. Mas como cantamos:
♪♪♪Sorria, Sorria, que um / Lindo dia amanheceu / A noite, tão fria / Que havia, desapareceu. Abra a janela do seu coração / E deixe a luz do sol entrar...
Pois desta vez toda escuridão / Se foi pra nunca mais voltar ♪♪♪
Aqui a impressão que temos é que poderíamos dizer que a fé e a esperança estão adormecidas. A alma da gente parece envolta numa espécie de torpor. É um tempo penoso, angustiante, onde não se experimenta a alegria. Mas, confie que também neste tempo Deus trabalha em nós. Jesus mesmo disse que “o seu Pai continua trabalhando”. Deus trabalha sempre a nosso favor e como já dizia o apóstolo Paulo: “todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus”.
Na verdade este tempo de seca, de aridez espiritual nos ajuda a nos desprendermos de tudo o que não proclama a Jesus em nossas vidas, nos ensina e nos educa a buscar a Deus, por aquilo que Ele é e não por aquilo que Ele pode nos oferecer. E ajuda-nos a viver o abandono em Deus e a n’Ele nos perdermos. Quando conseguimos superar esse período de angústia, solidão e sofrimento, sem abandoná-lo, sem deixá-lo caído pelo caminho (no pobre; no velho; no doente...), sem abandonarmos o Seu projeto, saímos vitoriosos. Pois assim aprendemos que nossos olhos devem estar fixos n’Ele. Assim, Deus robustece a nossa fé, nos impele a não desistirmos na busca da prática do bem e nos ensina o caminho da constância e da perseverança.
Ao longo de minha vida, Deus tem me dado muitos presentes. E um dos principais deles é a amizade de pessoas tão importantes para mim. Pessoas que realmente transformaram minha vida. Pessoas que nem sempre me disseram “sim” para tudo e com o seu “não” me ajudaram a não me afastar do caminho. Acredito que a coragem pra seguir em frente é uma virtude que pode nos impulsionar a vitórias impressionantes. Mas esse sabor só experimenta quem tem a perseverança e a determinação daqueles que querem fazer todo o caminho, sem desistir no meio.
A música “Você” do Grecco, é um convite maravilhoso e uma exortação que nos abre os olhos para essa situação. A letra diz:
“♪♪♪Você que fica acordado, imaginando o futuro. Deixando Deus do seu lado e Ele chamando você”…”Você, não saberá, se não seguir pra ver o que há no fim da estrada. Você não saberá da festa que Deus Pai prepara pra esta volta. ♪♪♪”
Portanto, caríssimos não parem no meio do caminho, não tenham medo de se arranhar. Não tenham medo de voltar atrás. Não tenham medo de levar os tombos. Afinal os arranhões e as quedas nos fazem saber onde pisar e não cair mais. Mas só saberemos trilhar o caminho certo se tivermos a coragem de levantar dos tombos e continuar. Só assim saberemos e viveremos a festa que Deus Pai prepara para a nossa vitória. Com isso, não tenham medo dos momentos de angústia, de sofrimento, de solidão, de sensação de abandono... Ao contrário, aprenda com eles. Pois eu posso lhes assegurar que eu aprendi muito nestes momentos de tribulação e de Monte das Oliveiras!
Concluo, porém, afirmando que após passarmos por estes momentos, não devemos abandonar o projeto para o qual fomos chamados por Deus... pois a Bíblia nos diz que só irá experimentar o sabor da vitória quem tiver perseverança e determinação para fazer todo o caminho, sem desistir no meio.
Pense nisso!
Shalom!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A CASA CONSTRUIDA SOBRE A ROCHA! A rocha do amor...

Por Diácono Carlinhos
“Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Não existe árvore boa que dê frutos ruins, nem árvore ruim que dê frutos bons. Toda árvore é reconhecida pelos seus frutos. Não se colhem figos de espinheiros, nem uvas de plantas espinhosas.
O homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração. Mas o homem mau tira coisas más do seu mau tesouro, pois sua boca fala do que o coração está cheio. Por que me chamais: ‘Senhor! Senhor!’, mas não fazeis o que eu digo?
Vou mostrar-vos com quem se parece todo aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras e as põe em prática. É semelhante a um homem que construiu uma casa: cavou fundo e colocou o alicerce sobre a rocha. Veio a enchente, a torrente deu contra a casa, mas não conseguiu der­rubá-la, porque estava bem construída.
Aquele, porém, que ouve e não põe em prática, é semelhante a um homem que construiu uma casa no chão, sem alicerce. A torrente deu contra a casa, e ela imediatamente desabou; e foi grande a ruína dessa casa”. (Lucas 6,43-49)”

Muitos no mundo e na sociedade contemporânea optam por construir sua casa sobre areia. Não participando, não querendo, não indo ou se afastando do projeto que Deus lhe confiou. Quer dizer: optar por coisas instáveis e aleatórias, os deuses da modernidade: TER – PODER - PRAZER. A experiência coloca isso diante dos nossos olhos cada dia.
Portanto: onde tu estás construindo tua casa hoje?
Agora, construir a casa sobre a rocha quer dizer: ao contrário, fundar a própria vida e as próprias esperanças naquilo que «os ladrões não podem roubar nem a traça desfazer», sobre o que não passa. «Os céus e a terra passarão – dizia Jesus –, mas minhas palavras não passarão». Construir a casa na rocha significa aceitar o seu projeto, aceitar o seu convite, muito simplesmente, construir sua casa em Deus. Ele é a rocha. Rocha é um dos símbolos preferidos da Bíblia para falar de Deus: «Nosso Deus é uma rocha eterna» (Is 26, 4); «Ele é a rocha, perfeita é sua obra» (Dt 32, 4). Portanto creia n’Ele e tenha muita Fé, Esperança e Amor/Caridade, como nos ensina São Paulo.
Caríssimos, a casa construída sobre a rocha já existe; trata-se de entrar nela! É a Igreja. Não, evidentemente, o templo que é feito de tijolos, mas a formada pelas «pedras vivas» que é o Povo de Deus, edificados na «pedra angular» que é Cristo Jesus, como Ele mesmo nos assegura: ninguém vai ao Pai senão por Mim! Ou seja, fazendo o que Ele nos propõe. A casa na rocha é aquela da qual Jesus falava quando dizia a Simão: «Tu és Pedro e sobre esta pedra (literalmente ‘rocha’)» edificarei a minha Igreja (Mt 16, 18).
Enfim, construir sobre a rocha é seguir a Cristo incondicionalmente, quer dizer fundamentar na vontade d’Ele todas as minhas aspirações pessoais, as expectativas, os sonhos, as ambições e todos os meus projetos. Significa dizer a mim mesmo, à própria família, aos próprios amigos e ao mundo inteiro, mas sobretudo a Cristo: “Senhor, na minha vida nada quero fazer contra Ti, porque Tu sabes o que é melhor para mim. E só Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68).
Caríssimos, por vezes, o temor do mau êxito pode impedir mesmo os nossos sonhos e desejos mais bonitos. O demônio nos “tenta” para abandonarmos os melhores projetos que Deus nos apresenta e que nos convida a participar. Essas “tentações” podem paralisar a nossa vontade e tornar-nos incapazes de acreditar que possa existir uma casa edificada sobre o rochedo (A ROCHA DO AMOR!). Pode persuadir que a saudade da casa é apenas uma aspiração momentânea nossa, e não um projeto para a vida inteira. Com isso muitas vezes abandonamos o projeto inicial, tornamos nossa obra na rocha uma ruína e optamos por um novo projeto na areia.
Mas olha para o teu lado, vê quantas pessoas (principalmente jovens) optam por construir suas casas sobre a rocha e quantos optam por construí-la na areia.
Olhas tu também, fazes uma reflexão, olha para dentro do teu coração e vê em qual a árvore que tu estás regando mais, se é a que dá bons frutos ou é a que dá maus frutos! Não guardas para ti teus talentos e teus dons... Usa-os para alimentar o pobre, para vestir o nu, para cuidar do dente, para acolher ao peregrino... “Não existe árvore boa que dê frutos ruins, nem árvore ruim que dê frutos bons. Toda árvore é reconhecida pelos seus frutos. Não se colhem figos de espinheiros, nem uvas de plantas espinhosas. O homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração.” Observa o que tem saído do teu coração... a boca fala do que o coração está cheio!
Meditas também sobre o que nos propõe o Evangelho de São Lucas 6, 27-38, pois ele nos dá as pistas de onde estamos construindo nossa casa, porque a semente colocada na terra hoje é o fruto que colheremos amanhã:
“Digo-vos a vós que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, abençoai os que vos maldizem e orai pelos que vos injuriam. Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra. E ao que te tirar a capa, não impeças de levar também a túnica. Dá a todo o que te pedir; e ao que tomar o que é teu, não lho reclames. O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles. Se amais os que vos amam, que recompensa mereceis? Também os pecadores amam aqueles que os amam. E se fazeis bem aos que vos fazem bem, que recompensa mereceis? Pois o mesmo fazem também os pecadores. Se emprestais àqueles de quem esperais receber, que recompensa mereceis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto. Pelo contrário, amai os vossos inimigos, fazei bem e emprestai, sem daí esperar nada. E grande será a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, porque ele é bom para com os ingratos e maus. Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados; dai, e dar-se-vos-á. Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, recalcada e transbordante, porque, com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos vós também.”
Caríssimos como vemos aqui que não basta rezar ou chamar a Deus de Senhor para entrar no seu Reino dos Céus. Jesus diz com exclusividade: "somente" quem faz a vontade do Pai é que entra neste Reino. Portanto, construir a casa significa ouvir e praticar a Palavra de Deus. Nos dois casos, as pessoas "ouviram a Palavra". A diferença está em que um "vive de acordo com os ensinamentos" e outro, não. Os símbolos rocha e areia correspondem à prática ou não da Palavra. A chuva, as enchentes e o vento forte representam as dificuldades da nossa vida, as tentações, os problemas que querem nos derrubar e destruir o Projeto que Deus apresenta a cada um de nós.
A casa construída sobre a rocha é firme, inabalável, vence todos os obstáculos, porque é construída no amor de Deus e no amor para com o próximo.
Pense nisso! Uma feliz e abençoada semana.
Eu estou construindo minha casa sobre o que?
Shalom!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O SENHOR VOLTE PRA TI O SEU ROSTO E TE DÊ A PAZ!

01 Janeiro - Dia Mundial pela PAZ
O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!
Por Diácono Carlinhos

“O Senhor te abençoe e te guarde!
O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti!
O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!”
(Do Livro dos Números 6, 24-26)
A paz interior é um bem absolutamente necessário ao homem. A falta de paz no coração leva a que se tomem tantas decisões incorretas e a que se cometam tantos erros na vida. O homem necessita desta paz para viver em harmonia consigo mesmo, com os outros, com toda a criação e com Deus. Uma pessoa que não vive em paz fica doente, impaciente, inquieta, afeta o seu interior, a sua família, o seu grupo de amigos e todos aqueles que lhe são importantes.
As decisões tomadas enquanto estamos na ausência de paz interior, são as que nos trazem maiores tristezas e frustrações. Corrigi-las, somente depois que nosso coração voltar a ter paz... Porque senão, começamos uma guerra conosco mesmo, com os outros e não sabemos onde e nem quando isso vai terminar... É como se tivéssemos que enfrentar uma batalha a cada dia. E nas batalhas achamos que às vezes vencemos, às vezes perdemos, porém no final nos damos conta que todos perdem. Pare! Olhe para as últimas batalhas que foram travadas em tua vida, quem realmente saiu ganhando? Se fores ver, ninguém, por isso não estamos em paz. Somente em Jesus, fazendo aquilo que Ele nos propõe teremos paz: “Eu vos dou a minha paz!”, lembrando neste momento de Maria que nos diz: “Fazei tudo o que Ele vos disser!”
Quando eu não estou em paz, mesmo demonstrando alegria, bem estar, entre tantos outros sentimentos possíveis de demonstrar externamente, internamente eu estou guerra: comigo mesmo, com aqueles com quem eu estou magoado, com quem o meu coração está triste, ou seja, no fundo eu não estou em paz.
É Deus quem concede a paz, e é possível viver em paz, mesmo em condições adversas da vida. "O SENHOR volte para ti a sua face e te dê a sua paz!". O povo de Israel, desde muito cedo, tem consciência da importância deste bem, e sabe que não basta estar em paz com os povos vizinhos ou mesmo com os seus irmãos: é preciso que cada um tenha em si a paz de Deus, que só Ele pode dar.
Assim, a bênção dirigida aos filhos de Israel, termina precisamente com a paz que Deus entrega a cada um de nós em particular, uma paz interior e pessoal, capaz de projetar o homem para uma vida em plenitude. Tanto que nos votos de ano novo tem um ditado que diz: “saúde e paz, o resto à gente corre atrás”, porque essa é uma verdade do conhecimento universal.
O SENHOR continua a abençoar-nos hoje com a sua paz. Esse é o desejo de Deus, mas para isso é preciso eu “querer” e “ir”. É preciso que tenhamos o coração aberto para recebê-la. Devo despir-me de todo o preconceito, ódio, raiva, rancor e vestir meu coração com o amor de Deus. Perdoando e sendo perdoado, corrigindo todos aqueles erros ou equívocos que feriram o meu coração e me afastaram da paz de Cristo! E isso deve ser um propósito para o ano que se inicia... “♪♪♪ eis que faço nova todas as coisas♪♪♪
Abençoados por Deus, seremos ajudados a enfrentarmos nossas dificuldades e descobriremos que tudo o que acontece entra no plano do Pai. Abençoado por Deus está aquele que se coloca diante do seu olhar, como filho disposto a fazer a Sua vontade. Deus tem um plano, um projeto e um pedido, um convite a cada um de nós, quando me afasto disso, começo a perder a paz. E não esqueçamos que fomos nós mesmos que pedimos isso: “... fazei conforme a vossa vontade...”
A paz trazida por Cristo (Eu vos dou a minha paz!), é sempre buscada e desejada pela humanidade, mas ela somente poderá ser encontrada quando eu me reconciliar com Deus, quando eu estiver plenamente reconciliado com o meu irmão e com toda a criação por Cristo e em Cristo. Temos este exemplo no filho prodigo que só encontrou novamente a paz, ao refazer o encontro pessoal com o pai.
Ainda que tudo à nossa volta pareça estar em guerra, ainda que o nosso coração esteja vivendo um turbilhão de tristezas e insatisfações, é possível reencontrar a paz e principalmente devo lembrar que é obrigação minha como cristão promover a paz, a partir do que eu estou sentindo... Tem um canto que diz:
♪♪♪ Este ano quero paz no meu coraçãoQuem quiser ter um amigo / Que me dê a mão / O tempo passaE com ele caminhamos todos juntos / Sem pararNossos passos pelo chão / Vão FicarMarcas do que se foi / Sonhos que vamos ter / Como todo dia nasceNovo em cada amanhecer.♪♪♪
A Igreja quer nos lembrar desde o primeiro dia do ano, que a paz anunciada pelos anjos em Belém é possível e que é obrigação nossa nos esforçarmos dia a dia para construí-la. Se realmente queremos um ano de paz, devemos olhar para dentro do nosso coração, curá-lo, e depois ir lá pegar a mão do nosso “irmão” e sairmos juntos, abraçados, cantando e semeando a paz... Isso é: A PAZ DE CRISTO!

Nesse momento tu estás em PAZ contigo mesmo? Os teus irmãos e a Igreja?

O que está faltando para que o meu coração realmente esteja em PAZ?

Qual o gesto concreto que posso fazer neste inicio de ano para iniciar completamente em PAZ?

Em 2011 seja feliz e faça feliz todos àqueles que te são caros... Shalom!