quarta-feira, 5 de maio de 2010

Não julgues o outro pelo pecado cometido

Por Emilin Grings

Nos últimos dias o que mais se vê na mídia, principalmente nos sites de notícias, são os escândalos envolvendo padres ou bispos em casos de pedofilia contra menores. Aí eles (os jornalistas) descobrem que o Papa Bento XVI sabia do fato e se omitiu. Críticas e mais críticas recaem sobre a Igreja Católica. Dos sites essas notícias vão para os jornais, televisão, rádio, ou seja, todo mundo fica sabendo e a imagem da instituição baseada nos ensinamentos de Cristo fica comprometida.


Ninguém é perfeito, só Deus. O ser humano comete erros, sendo ele ateu, religioso, padre, bispo, papa. É claro que pedofilia é um crime e os culpados devem pagar pelo que fizeram. Mas a mídia tem prazer em arruinar a imagem da igreja. Os casos de abuso de crianças ocorrem bem mais nas casas de família, nas escolas, na rua do que dentro de instituições católicas. Não há o motivo para tanta crítica. É só olhar ao redor que muitos casos acontecem e não são noticiados com tanta veemência.


Além disso, na bílbia em 1Co 6 – 2, diz “Não sabeis que os santos julgarão o mundo? E se o mundo há de ser julgado por vós, seríeis indignos de julgar os processos de mínima importância?”, ou seja, ninguém tem direito de julgar o outro pelos pecados cometidos. Todos pecamos. E tem outra, quanto mais conhecimento se tem sobre o que a Igreja prega, maior é a responsabilidade diante dos atos. Portanto, quando membros ligados ao clero católico cometem pecados como pedofilia serão julgados com maior rigor por Deus.

Enfim, ninguém tem o direito de apontar o dedo para o pecado do outro. Isso é bíblico. Também esses fatos anunciados pela mídia não devem ser desculpa para deixar de frequentar a Igreja. Quem deixa de ir a atividades religiosas por causa das atitudes cometidas pelo clero não possui fé nenhuma. A crença deve estar baseada em Jesus Cristo e naquilo que ele deixou como ensinamento, a Bíblia Sagrada.

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