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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Gincana movimenta pós-CLJ até o fim do ano

Em dezembro do ano passado, ocorreu uma atividade semelhante 
Lucas, João, Marcos e Mateus. Não é um estudo sobre os evangelhos da Bíblia. São as quatro equipes da gincana que vai envolver o pós-CLJ até o fim deste ano. Os jovens foram divididos no último sábado.

A competição vai pontuar o tripé do movimento engajando os participantes em atividades de estudo, piedade e ação. A organização fica por conta dos tios.

A partir deste sábado as tarefas serão postadas aqui no blog do CLJ São José. Então vale a pena ficar ligado na página para não perder nenhum detalhe da gincana.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

VOLTAI VOSSOS OLHOS PARA O FUTURO...


Vós tendes ouvido o que se disse: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, digo-vos que não resistais ao mal; mas se alguém te ferir na tua face direita, oferece-lhe também a outra; e ao que quer demandar-te em juízo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e se alguém te obrigar a ir carregado mil passos, vai com ele ainda mais outros dois mil. Dá a quem te pede, e não volte às costas ao que deseja que lhe emprestes. (Mateus, V: 38-42).

“Os preconceitos do mundo, a respeito daquilo que se convencionou chamar ponto de honra, dão esta suscetibilidade sombria, nascida do orgulho e do exagerado personalismo, que leva o homem à geralmente retribuir injúria por injúria, golpe por golpe, o que parece muito justo para aqueles cujo senso moral não se eleva acima das paixões terrenas. Eis por que dizia a lei mosaica: Olho por olho e dente por dente, mantendo-se em harmonia com o tempo em que Moisés vivia. Mas veio o Cristo e disse: “Não resistais aos que vos fizer mal; mas se alguém te ferir na tua face direita, oferece-lhe também a outra”. Para o orgulhoso, esta máxima parece uma covardia, porque ele não compreende que há mais coragem em suportar um insulto, que em se vingar. E isto, sempre, por aquele motivo que não lhe permite enxergar além do presente. Deve-se, entretanto, tomar essa máxima ao pé da letra? Não, da mesma maneira que aquela que manda arrancar o olho, se ele for causa de escândalo. Levada as últimas conseqüências, ela condenaria toda repressão, mesmo legal, e deixaria os campos livres aos maus, que nada teriam a temer; não se pondo freio às suas agressões, bem logo todos os bons seriam suas vítimas. O próprio instinto de conservação, que é uma lei da natureza, nos diz que não devemos entregar de boa-vontade o pescoço ao assassino. Por essas palavras, Jesus não proibiu a defesa, mas condenou a vingança. Dizendo-nos, para oferecer uma face quando formos batidos na outra, disse, por outras palavras, que não devemos retribuir o mal com o mal; que o homem deve aceitar com humildade tudo o que tende a reduzir-lhe o orgulho; que é mais glorioso para ele ser ferido que ferir; suportar pacientemente uma injustiça que cometê-la; que mais vale ser enganado que enganar, ser arruinado que arruinar os outros. Isto, ao mesmo tempo, é a condenação do duelo, que nada mais é que uma manifestação do orgulho. A fé na vida futura e na justiça de Deus, que jamais deixa o mal impune, é a única que nos pode dar força de suportar, pacientemente, os atentados aos nossos interesses e ao nosso amor próprio. Por isso, vos digo: voltai os vossos olhos para o futuro; quanto mais vos elevardes, pelo pensamento, acima da vida material, menos sereis feridos pelas coisas da Terra.”


Postado por: Juninho

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sal da terra, luz do mundo

Depois de nos ter apresentado o seu plano pastoral no Sermão da Montanha. Jesus agora nos faz responsáveis pela vida dos nossos irmãos e irmãs quando define a missão de seus discípulos para que sejam sal da terra e luz do mundo e com isso façam a diferença.

São Mateus 5, 13-16
‘13Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha, 15nem se acende uma luz para colocá-la debaixo de panos, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, afim de que brilhe a todos os que estão em casa. 16Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.’

‘Pelo provérbio do sal Jesus mostra que seu discípulo deve ser o fermento, atuando no mundo a fim de ajudar as pessoas a descobrir o sentido da vida, deve dar sabor ao alimento e evitar a corrupção. Deve tornar este mundo agradável a Deus. Além disso, o sal na tradição judaica simboliza a sabedoria. Os cristãos, possuidores da verdadeira sabedoria, que vem da Palavra de Deus, devem levedar a sociedade em que vivem. ’
João Paulo II nos esclarece sobre isso em sua homilia durante a canonização do Beato José Maria Escrivá:
“Seguindo os passos de Cristo, difundi para toda a sociedade, sem distinção de raça, de classe, de cultura, ou de idade a consciência de que todos nós somos chamados a santidade. Esforçai-vos por ser santos, em primeiro lugar vós mesmos, cultivando um estilo evangélico de humildade, de serviço, de abandono na providência e de escuta constante da voz do Espírito. Desta forma, sereis o “sal da terra”.

E a metáfora da luz está profundamente arraigada na tradição. O cristão não é a fonte da luz, mas seu refletor. Cristo é a luz, porque é a Palavra que ilumina todo homem. Cristo é o sol e seus discípulos são como a lua em suas diferentes fases. Cheia quando refletem integralmente a luz do sol. Mas também minguantes, crescentes ou novas conforme as alterações de suas fases. São os momentos da vida humana e cristã. Nunca esquecendo que após as nossas crises de fé e de ardor missionário durante a fase minguante, uma nova fase surgirá nos dando a possibilidade de parar e recomeçar. ( Dom Dadeus Grings)

Por: Juninho