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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ACAMPAMENTO DE CARNAVAL



Hoje, venho lhes dar o relato do acampamento de carnaval promovido pelo CLJ que aconteceu entre os dias 18 e 21 de fevereiro.
Foram quatro dias de imensa alegria, de festas, brincadeiras, caminhadas, pescarias e o mais importante, esse encontro foi feito entre amigos, entre pessoas especiais, escolhidas, certamente por Deus. Foi Ele quem nos deu a oportunidade de convivermos uns com os outros durante esses dias em um local onde posso definir apenas com uma palavra: maravilhoso.
Foram quatro dias acampados na localidade do Capané, mais precisamente nas terras dos avós da nossa amiga/irmã Luana.
Foram quatro dias de intensas brincadeiras: onde jogamos bola, andamos de bicicleta, jogamos truco, uno, fizemos caminhadas matinais onde no segundo dia de acampamento fomos até a barragem para vermos o "sol nascer", fizemos caminhadas noturnas, onde até inventamos uma assombração, o temido: HOMEM DA SOJA. Tivemos também vários momentos de descontração junto a água, fizemos guerras de bexigas, tomamos banho de açude, pescamos ou pelo menos tentamos, dormimos tarde durante algumas noites embalados pelo jogo de Detetive, cantamos e muito, enfim fizemos destes quatros dias, dias especiais onde  saímos da rotina e o melhor, fortalecermos amizades dentro do grupo para assim cada dia mais crescermos como movimento.


Agora aqui lhes escrevendo Matheus Bica.
Bueno, quatro dias acampados, quatro dias de experiências, junções, brincadeiras, caminhadas, sustos, conversas, loucuras, banhos, sujeira, descontração, quatro dias com certeza inesquecíveis.
Entre tantas coisas, posso pra citar, o temível “Homem da Soja” que fez pessoas chorarem (vou lhes confidenciar foi a Jéssica) ou senão alguns fazendo brincadeiras que quase mataram outros  do coração - como a do Tom Tom comigo ou pelas noitadas ou melhor, madrugadas sentados, jogando, conversando, rindo e não deixando os outros dormirem. Caminhadas de manhã cedo para começar o dia com o "pé direito", pescarias que mais viravam em conversas, por que era o dia de folga dos peixes por lá ou até mesmo, no meio de um grupo, um incrível festival de batidas, sim, batidas em todos os lugares do corpo, matando mosquitos, pra lá e pra cá e claro, sem deixar de lado um dos pontos mais fortes do acampamento, a nossa verdadeira e fiel amiga COMILANÇA, encarregada pelos tios. Sim, fomos para um acampamento, mas estávamos sempre bem alimentados.
Com poucas coisas, apenas um violão, já víamos surgir outro e mais outro com algum instrumento e dali a pouco, tu já vias todo mundo em volta, cantando, bem felizes e claro, com a ajuda dos mosquitos, nos auxiliando a fazer a percussão com o intuito de  mata-los.
Marcante também pela acolhida dos avós da Luana, pessoas incríveis e que também apreciam uma boa música.
Tudo o que vivemos lá, a exemplo do que já aconteceu em outras viagens, podemos levar e jamais esquecer, vamos lembrar com carinho tudo o que lá passamos. Vamos levar para casa e para nossa vida inteira, as marcas, os sentimentos e o mais importante, os ENSINAMENTOS de que para sermos felizes não precisamos de luxo, de brilhos, basta o melhor de todos os sentimentos... “o AMOR”.
Lá, inauguramos o mais novo tipo de carnaval, o Carnaval Gauchesco, pois ao invés de tocarmos e pularmos marchinhas ou outros estilos musicais, tocávamos, cantávamos e pulávamos ao embalo de musicas gaúchas. Sim, esse estilo agora vai conquistar os próximos acampamentos de carnavais propostos pelo CLJ ou outras atividades.
Enfim, todos esses dias acampados foram especiais, marcantes e jamais, tudo isso que eu e o Douglas escrevemos aqui, irão sair de nossos pensamentos, de nossas memórias, de nossas vidas e principalmente de nossos corações.
Mais uma vez o CLJ nos encantou.
Obrigado aos tios que deixaram suas casas e suas famílias e partilharam conosco de quatro dias de suas vidas. Obrigado pelo zelo, pelo carinho, pela organização, pela coordenação e condução de tudo de bom que nos aconteceu.
Para o próximo acampamento sugiro a cidade de Teutônia, pois ela é a cidade que canta e encanta segundo a Luana. (Brincadeira).

Postado por: Douglas Monteiro e Matheus Bica

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Carnaval a "festa da carne"







  1. CARNAVAL
  Carnaval : do italiano, carnevale. Também chamado de folguedo, tríduo de momo ou Folia. Chamado de entrudo pelos portugueses, consistia em lançar sobre os participantes de blocos carnavalescos água, farinha, tinta, etc. Adquiriu entre nós, os brasileiros, a idéia de momento de devassidão e da liberação da sexualidade reprimida durante o ano. Muitos pensam que é o tempo que precede a cólera de Deus e por isso se apressam em fazer tudo que gostariam antes de aplacar sua ira divina com as cinzas do dia seguinte. Alguns procuram ligar estas festas populares às antigas bacanais greco-romanas, também conhecidas como festas dionisíacas. Acontece em todo o país, nas diversas formas populares, desde o frevo até o Carnaval oficial televisivo da Marques de Sapucaí no Rio de Janeiro. Na Bahia, a ligação com o mundo afro e com a força negra ocupa as ruas especialmente na Praça Castro Alves ao redor de enormes e potentes trios elétricos. Alguns blocos como o dos Filhos de Gandhi, já existem há mais de 50 anos. As marchas carnavalescas movimentam escolas de samba e passistas em todo o país, de modo especial no Rio de Janeiro, há mais de cem anos.
  Diz Frei Betto : "Carnaval significa "festa da carne" e era, em seus primórdios, uma festa religiosa.  Às vésperas da Quaresma, diante da perspectiva de passar quarenta dias em abstinência de carne, os cristãos fartavam-se de assados e frituras entre o domingo e a "terça-feira gorda". Na quarta, revestiam-se de cinzas, evocando que do pó viemos e para o pó retornaremos, e ingressavam no período em que a Igreja celebra a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. A Quarta-feira de Cinzas instiga-nos a refletir sobre esta experiência inelutável: a morte."

  2. CINZAS
  Cinzas: são símbolo de penitência, de luto e da finitude da matéria passada pela prova de fogo.Representam simultaneamente o pecado e a fragilidade humana (livro da Sabedoria 15,10; profeta Ezequiel 28,18; profeta Malaquias 3,21). Se cobrir de cinzas é sinal público de arrependimento e forma concreta de colocar-se à prova. É manifestação pública da consciência do pecado e sua abjuração (Judite 4, 11-15; Ezequiel 27, 30), na esperança do perdão misericordioso de Deus. Nos primeiros séculos do cristianismo os membros da Igreja que tivessem cometido pecados gravíssimos, motivo de grande escândalo, estavam sujeitos à uma penitência pública, que podia durar semanas ou mesmo anos, segundo a gravidade da culpa. Vinham estes descalços até a Catedral, no primeiro dia da quaresma. O bispo da cidade depois de exortá-los ao arrependimento dos pecados, os cobria com um cilício, pequena túnica com cinto ou cordão, de material áspero ou grosseiro, trazido diretamente sobre a pele e atirava-lhes uma porção de cinzas na cabeça dizendo ao mesmo tempo: "Lembra-te, ó humano, que és pó e que a pó serás reduzido." Eram jogados então fora da Igreja e não podiam mais entrar nesta enquanto não fosse cumprida a sua penitência. No século XI, quiseram padres e leigos seguir esta prática de humilhação e penitência, reservada outrora aos pecadores públicos e notórios, e assim no Ocidente a partir do século XII o costume expandiu-se em todas as Igrejas quando os fiéis na Quarta-feira antes da Quadragésima iam receber cinzas em suas frontes. Hoje a fórmula permanece a mesma : "Lembra-te que és pó, e ao pó hás de voltar.(Gênesis 3,19)", ou diz-se o texto do Evangelho de Jesus segundo Marcos 1,15: "Convertei-vos e crede no Evangelho".
  "Na Quarta-feira anterior ao primeiro Domingo da Quaresma, os cristãos, recebendo as cinzas, entram no tempo estabelecido para que suas vidas se purifiquem. Este sinal de penitência, que vêm da tradição bíblica e que o costume da Igreja conservou até hoje, manifesta a condição da humanidade pecadora, que confessa exteriormente sua falta diante do Senhor e exprime assim a vontade de uma conversão interior, conduzida pela esperança que o Senhor será para nós pleno de ternura. Este sinal marca o começo do caminho de conversão, que atingirá sua meta pela celebração do sacramento da Penitência nos dias que precedem a Páscoa." (Congregação para o culto divino, 18 de janeiro de 1988).

Texto do Padre Fernando Altemeyer Jr.

  O QUE O IGREJA ACHA DO CARNAVAL?
  Respondido por Pe. Rodrigo Catini Flaibam em 11/04/2005

  O carnaval como festa popular e expressão da nossa cultura, é aceito pela igreja faz tempo. Até, o carnaval nasceu de hábitos cristãos. Antes de começar o tempo da quaresma, os cristãos faziam festa, faziam churrascos porque da 4ª feira de cinzas até a Páscoa, ficaram sem comer carne e celebravam a penitência. Então, o carnaval que quer dizer: é válida a carne, isto é se pode comer carne - tem sua origem ligada à liturgia cristã. Agora, que ninguém pode apoiar são os abusos do carnaval, tempo no qual para tanta gente acaba valendo tudo. Mesmo do ponto de vista cultural, houve uma mudança com a chegada da televisão. O carnaval passou a ser um produto da chamada "indústria cultural", vencido com um padrão elevado de espetáculo no qual a ética e a moral não são respeitados. É só ver os tais bailes de luxo que a TV mostra a título de alegria e de liberdade durante o carnaval. Então para concluir: o cristão passa o carnaval fazendo festa, se divertindo, descansando, sem nunca deixar de ser cristão e de ser fiel a Deus e ao outro. E uns tantos passam o feriado na oração, em retiros, o que é também uma opção válida. (Pe. César Moreira, C. Ss. R.)

Fonte: pastoralis.com.br e salvemaria.sites.uol.com.br

Postado por: Bruno Trindade

terça-feira, 8 de março de 2011

A Mulher Ideal


“Quem te conhece te quer
Mãe, você pra mim é o melhor exemplo de mulher”.


Dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Hoje nós, tanto homens quanto mulheres, temos a oportunidade de homenagear a esses seres tão especiais que passam por nossas vidas. Mães, irmãs, filhas, amigas, namoradas... todas fazem parte da nossa história, cada uma com suas características peculiares próprias de mulher.

Infelizmente, hoje se criou uma nova imagem de mulher, “uma mulher que é vendida e que se vende por pouco, uma mulher que deixou de viver o chamado de Deus na sua família e prefere viver para as falsas riquezas do mundo” (Patrícia Oliveira).

Mas essa identidade feminina pode ser mantida se existir um ideal de mulher, a Mãe da Humanidade e Mãe de Deus: Maria. Através de um exemplo de feminilidade voltada à força, ao equilíbrio, à delicadeza... e não à sensualidade, Maria mostra o real sentido de ser mulher.

Neste ano, tivemos justamente o Dia Internacional da Mulher no mesmo dia de Carnaval. Festa desvirtuada, onde a mulher torna-se objeto de consumo da mídia e das escolas de samba. Através de uma feminilidade oposta à de Maria, onde a nudez e sensualidade prevalecem, essas mulheres são os tristes exemplos femininos que o mundo mostra.

No entanto, não percamos o verdadeiro ideal de mulher – mãe, esposa, santa – que Maria é. Uma mulher que amou, educou e formou Seu Filho único em meio a tantos percalços. Uma mulher que venceu a dor e tornou-se Mãe Igreja. Uma Mulher como tantas outras, mas que confiou no chamado e de seu Sim a Deus.

Que as nossas mulheres, e até mesmo os homens, possam seguir os passos de Maria. Confiemos nos desígnios de Deus e valorizemos a todas as mulheres que são reflexo do amor de Deus e de Maria sobre a humanidade.

E a todas as mulheres, Feliz Dia Internacional da Mulher!
Shalom!
Postado por: Felipe Drews

quarta-feira, 2 de março de 2011

É CARNAVAL, E O QUE VOCÊ VAI FAZER?


Durante quatro dias toda esta movimentação aparentemente harmoniosa com ritmos atordoantes e alucinantes regados a bebidas alcoólicas e sexo sem limites enchem ilusoriamente o coração de seus participantes nos variados clubes das noites, na esperança de poderem neste espaço de tempo ceder sem nenhum temor a Deus às suas luxurias, na ignorância de que na quarta-feira confessando os seus excessos pecaminosos, através da figuração das cinzas, serão de seus pecados perdoados como se Deus tivesse permitido, dado o seu aval para outros deuses serem venerados e adorados nesta celebração.
Talvez você não concorde comigo, porém Infelizmente o maior inimigo do ser humano é a sua ignorância. A ignorância têm cegado o entendimento, a lucidez da mente, porém Deus declara com muita rigidez em sua Palavra, a Bíblia as seguintes advertências:
Rm. 8.5-8,12-14 - que "os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz.

Você Jovem, que está nos preparativos para curtir mais um carnaval, não esqueça que suas atitudes refletem Deus aqui na Terra, e como será que Jesus agiria nesse momento?

SHALOM



Postado por: Jéssica Machado