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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Nicolaus Steno, um homem que não se deixou vencer pela dúvida

Nicolaus Steno era dinamarquês, nasceu em Copenhague a 11 de janeiro de 1638. Foi um bispo católico e cientista pioneiro nos campos da Anatomia e da Geologia.
Conta a história que, em 1659, Steno decidiu que não mais aceitaria uma afirmação como verdadeira simplesmente porque estava escrito em um livro, mas ao invés disso ele teria que comprovar com as próprias pesquisas antes de acreditar.
Na época em que ele viveu a difusão da informação se dava basicamente através de livros e, tanto a escrita como leitura dos mesmos era reservada apenas uma parcela pequena da população.
Muitos neste tempo tinham em mente a crença de que os fósseis eram apenas parte das rochas e que cresciam naturalmente ali. Nicolas não acreditava nisto e em seus estudos constatou grande semelhança entre artefatos enterrados e dentes de tubarões.
Estas pesquisas levantaram muitas dúvidas sobre como objetos sólidos poderiam aparecer dentro de rochas ou de outros materiais. Cristais, minerais, e principalmente os fósseis foram alvo destas dúvidas e levaram Nicolas Steno a realizar várias pesquisas.
Ele é considerado o pai da geologia e mais especificamente da estratigrafia, ramo da geologia que estuda as camadas de rochas ou estrados com o objetivo de determinar os processos geológicos e eventos que os formaram.
Esse seu modo de pensar influenciou também no modo como via a religião. Foi criado na doutrina luterana, ainda assim não deixou de questionar os ensinamentos que recebeu, algo que se tornou importante quando teve contato mais direto com o catolicismo enquanto estudava em Florença.
Após estudos teológicos, converteu-se ao catolicismo. A sua conversão fez com que, gradualmente, Nicolaus Steno pusesse de lado os seus estudos científicos. Foi ordenado padre e, mais tarde, bispo e enviado em trabalho de missão para o norte da Alemanha. Trabalhou inicialmente na cidade de Hannover. Após vários anos preenchidos com tarefas difíceis, morreu após muito sofrimento em Schwerin em 1686.
A sua vida e trabalho têm sido intensamente estudados, em particular desde finais do século XIX. Especialmente, a sua piedade e virtude têm sido avaliadas com vista a uma eventual canonização. Em 1988, foi beatificado pelo papa João Paulo II.

Fonte: Canção Nova 

Postado por : Maurilia

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A CANETA DA FÉ




  A mãe de Raquel ficou surpresa ao ver a filha com seu novo livro de histórias bíblicas, circulando, com uma caneta, a palavra Deus toda vez que esta aparecia. Reprimindo seu desejo de repreender a menina por estragar o livro novo, calmamente a mãe perguntou: "Por que você está fazendo isso?"  Raquel respondeu objetivamente:“Para que eu saiba onde achar Deus na hora que eu precisar dele." Apesar da ingenuidade da criança, ela teve a idéia certa.
Nas horas de grande aflição, precisamos saber onde achar, na Bíblia, a ajuda do Senhor.Quantas vezes, ao enfrentar uma grande provação, ficamos desnorteados sem saber o que fazer e a quem buscar para aliviar a pressão que nos envolve e para nos orientar sobre que decisões tomar? Como um manual de consolo e socorro espiritual, a Palavra de Deus nos traz as respostas que certamente darão paz e alegria aos nossos corações mesmo nas horas de grandes tormentas.

  Quando estivermos enfrentando uma prova de enfermidade, apresentemos tudo ao Médico dos médicos que afirmou: "Eu Sou o Senhor que Te sara." Ao enfrentar o desemprego ou a falta de dinheiro para algo importante, apeguemo-nos à palavra: "Deus suprirá todas as vossas necessidades." Se as forças nos faltam e tudo parece perdido, alegremo-nos e descansemos diante do Pai que nos diz: "Sou Teu Deus; Eu Te fortaleço, e Te ajudo, e Te sustento." Se nos sentimos abandonados por tudo e por todos, confiemos no que disse o Senhor Jesus: "Eis que Eu estou convosco todos os dias." Precisamos circular as promessas maravilhosas de Deus com a caneta da nossa fé e trazê-las coladas bem junto aos nossos olhos espirituais para que a elas recorramos todas as vezes que forem necessárias.

  A sua caneta da fé está carregada? Você a tem usado?

Postado por: Bruno Trindade

Fonte: jardimdafe.blogspot.com

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Nossas escolhas e suas consequências

É interessante perceber como, atualmente, a maioria das pessoas tem uma grande dificuldade para lidar com as consequências de suas escolhas. Sim, vivemos uma concreta crise no senso de responsabilidade, em que muito se escolhe e pouco se quer arcar com as consequências do que se escolhe.
É notória a necessidade manifestada por muitos de, consciente ou inconscientemente, sempre procurar culpados para justificar os próprios sofrimentos, não aceitando que estes, muitas vezes, são diretas consequências das más escolhas que nós fizemos em nossa trajetória pela vida.
É muito mais fácil culpar a alguém por nossos infortúnios – principalmente a Deus –, contudo, ancorado em tal prática o coração nunca poderá verdadeiramente crescer, pois ficará encarcerado em um imaturo – e infantil – sistema de autodefesa e justificação, que retirará do ser toda a responsabilidade pelas escolhas realizadas, fazendo-o descarregar sobre os outros as suas consequências.
Precisamos, mais do que nunca, aprender a arcar com as consequências de nossas escolhas, sabendo que somos os reais protagonistas de nossa existência e que esta só poderá acontecer com qualidade, se por ela (qualidade) decidirmos em cada fragmento que compõe o nosso todo.
Faz-se real em nosso tempo a necessidade de fortalecer a própria vontade. Sim, de resgatar a capacidade de escolher com clareza, tendo diante de si a consciência concreta das consequências do que se escolhe. Nossa vontade precisa ser forte, pois só assim ela poderá acontecer com liberdade e segurança, sem ser condicionada por vícios e más paixões que a deixem opaca e fragmentada.
A maturidade só poderá fazer-se presença na história de quem tiver honestidade o bastante para lidar com as reais consequências do que escolheu, pois, ao contrário, a infantilidade será uma contínua companheira que fará o olhar – sempre e em tudo – contemplar a vida sob uma ótica imprecisa e autopiedosa.
Diante disso, acredito que os pais precisam permitir aos filhos enfrentarem todos os sofrimentos causados por suas más escolhas, pois, se os ausentarem disso, eles nunca conseguirão crescer e acabarão aprisionados a uma intensa imaturidade: mimados e sem uma reta consciência das consequências daquilo que na vida eles realizaram o ofício de escolher.
Sentir o peso das próprias escolhas é profundamente pedagógico e formativo para toda e qualquer pessoa, é experiência que nos faz mais autônomos e livres, para assim podermos nos construir com responsabilidade e consciência, como autênticos seres humanos.
É extremamente necessária esta compreensão: Muito em nossa história dependerá de Deus e dos outros, contudo, muito também depende somente de nós e das escolhas que fizermos e, culpar os outros pelo que em nossa vida não é tão bom não eliminará definitivamente as dores e problemas que configuram nossos dias.
Enfrentemos nossa história e suas consequências sem medo, e, aprendamos com os erros passados a verdadeiramente construir as vitórias e realizações que o futuro reserva para cada um de nós.

Texto de: Padre Adriano Zandoná
Retirado de: Canção Nova 

SHALOM                           


Postado por: Douglas Monteiro

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

2012 e o 'fim do mundo'. Qual deve ser nossa atitude?

  Iniciamos o ano de 2012. Ano frequentemente presente nos últimos meses na grande mídia (páginas web, redes sociais, e inclusive nas telas de cinema), especialmente por conta de supostas profecias que preveriam o fim do mundo para os seus dias. A esta data se chegou por intermédio de um complexo emaranhado de conjecturas que levariam a crer que o fim dos tempos coincidiria com o fim do calendário Maia, ou seja, em dezembro deste ano. Afinal, há real motivo para nos preocuparmos?

  Em primeiro lugar, há que se dizer que tais supostas profecias não constituem novidades na história da humanidade. Ao longo dos séculos foram muitos os pseudoprofetas que alardearam um fim do mundo iminente gerando grande inquietação entre os mais crédulos. Perderíamos a conta se fôssemos averiguar quantas vezes o “mundo já acabou”. Na própria época em que o Senhor estava em carne mortal em meio a nós, já existiam tais suposições. A resposta de Cristo? “Daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai” (Mc 13,32).
  
  Um cristão não deve se preocupar com estas supostas previsões, pois o mesmo Senhor, que nos revelou todo o necessário para nossa salvação e felicidade, quis preservar no mistério de Deus o dia e a hora em que este mundo teria fim. Como afirma o Catecismo da Igreja Católica (cf. n. 65), em Cristo o Pai nos disse tudo. Não haverá outra revelação além dessa. E o grande doutor místico espanhol, São João da Cruz, afirmava em sua “Subida ao Monte Carmelo”: «Ao dar-nos, como nos deu, o seu Filho, que é a sua Palavra - e não tem outra – [Deus] disse-nos tudo ao mesmo tempo e de uma só vez nesta Palavra única e já nada mais tem para dizer. [...] Porque o que antes disse parcialmente pelos profetas, revelou-o totalmente, dando-nos o Todo que é o seu Filho. E por isso, quem agora quisesse consultar a Deus ou pedir-Lhe alguma visão ou revelação, não só cometeria um disparate, mas faria agravo a Deus, por não pôr os olhos totalmente em Cristo e buscar fora d'Ele outra realidade ou novidade». [...] 
  
  Sabemos, pela fé, que este mundo não é definitivo, e cremos, como rezamos frequentemente no Símbolo Apostólico, que o Senhor voltará glorioso para julgar vivos e mortos. E qual deve ser nossa atitude enquanto Ele não aparece em Sua glória? É o próprio Senhor quem nos responde: “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor” (Mt 24,42). Essa deve ser, portanto, a nossa atitude: a de espera. É justamente por isso que o fim do mundo jamais deverá surpreender a um fiel cristão, que não pode temer nem a vida, nem a morte. Para ele, o fim do mundo não será uma surpresa, pois ele o espera. Espera ansiosamente o encontro final com o Senhor de sua vida, a alegria sem fim, fruto da contemplação face a face do Amado de nossas almas. Os primeiros cristãos, nossos pais na fé, desejavam ardentemente essa vinda do Senhor ao suplicarem: "Vem, Senhor Jesus!" (cf. Ap 22,20).

  A esperança cristã, no entanto, não nos faz desentendermos das coisas desta terra. Ao contrário, pelo fato de esperamos novos céus e nova terra, trabalhamos intensamente para estar preparados para este dia. Diante da consciência de que este mundo - tal qual conhecemos - não durará para sempre, somos interpelados a aproveitar ao máximo cada segundo que a paciência de Deus nos concede, para nos convertermos à Sua santa vontade. Na realização livre dos planos que o Todo-poderoso sonhou desde sempre para cada um de nós está a nossa felicidade, e, em definitiva, é só isso o que importa: querer o querer de Deus. [...]
 Padre Demétrio Gomes Diretor do Instituto Filosófico e Teológico do 
Seminário Arquidiocesano São José de Niterói

Fonte: aprendendoasercatequista.blogspot.com
Postado por: Bruno Trindade

Domingo é dia de integração para PÓS CLJ

Domingo, dia 8 de janeiro de 2012, faremos um dia de integração e lazer no balneário BELA VISTA.
A saída está marcada para às 9:00 horas, em frente a Paróquia São José, quem quiser ir no ônibus é R$ 13,00, incluido passagem (8,00) e o ingresso no balneário (5,00).
A atividade é proposta para jovens e familiares, e vamos nos divertir durante o dia com banhos no açude, toboágua, passeios à cavalo, campos de futebol e vôlei, rodas de folclore, e na companhia dos nossos amigos do CLJ.
Levar a alimentação que acredita consumir (pão, lanche, cuca e carne), o almoço e o lanche será todo partilhado, vamos fazer as refeições todos juntos.
Convide a família, vamos nos divertir e matar a saudade do pessoal do CLJ. Vamos acertar os maiores detalhes na Serenata desta quarta-feira (4 de janeiro), então, contamos com vocês!



Ame mais em 2012!


É de praxe listar algumas metas a cada início de ano. Uns planejam emagrecer, outros melhorar as notas na escola ou trocar de emprego. Tem quer planeja comprar um carro ou arrumar uma maneira de ganhar mais dinheiro. Independente do objetivo, o que todos querem com as mudanças e ser feliz.

O que chama a atenção nesses planos todos, é que tudo é muito objetivo. E, justamente por isso, muita gente não cumpre o traçou. Por que então não mudar de estratégia? A felicidade não tem preço, não vem junto com o carro novo, com os quilos a menos ou com uma conta bancária mais gorda. Ser feliz é buscar o equilíbrio entre as três esferas as quais somos compostos: a psicológica, a física e a espiritual.

Portanto, segue aí sugestões que podem ajudar a alcançar esse equilíbrio
  • DIGA EU TE AMO
  • ABRACE MAIS
  • SORRIA MAIS
  • PROCURE SE MANTER BEM CONSIGO MESMO
  • REZE MAIS
  • VÁ MAIS À IGREJA
  • CUIDE DA SUA SAÚDE
  • LEIA A BÍBLIA
  • PARTICIPE DE PROJETOS SOCIAIS
O maior problema do mundo hoje é querer tornar tudo muito objetivo. Só vou ser feliz quando tiver dinheiro, quando tiver um carro, quando for independente. Seja feliz hoje com o que têm.
Quando a vida perde a subjetividade, perde também o sentido. Portanto, queira mudar em 2012. E sobretudo, liste em suas metas pessoais continuar perseverando no CLJ, experiência própria, mais próximo de Deus fica mais fácil atingir o equilíbrio.

ABENÇOADO 2012 A TODOS!

Postado por Emilin Grings

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

"A Missa te dá Tédio?": Os jovens e a Missa


“Porque em nossas Comunidades não vemos tantos jovens nas Missas?”. É uma pergunta que assola o coração de todos aqueles que são co-responsáveis pelas almas de nossa juventude, seja Catequista, Coordenador (a) de Comunidade, Padres, Freiras, Pais, Avós, Avôs e os outros Jovens que possuem a prática de ir à Santa Missa.



Conversando com alguns desses a questão primordial que eles dizem “é que não entendem nada da Missa” ou ainda que “há uma mesmice em nossas celebrações, é sempre o Padre que reza sozinho e da Homilia não entendo nada” enfim são muitos os questionamentos.
Mas pretendo aqui esclarecer um pouco alguns pontos para melhor entendimento de nossos destinatários:
  •  A Missa não vem a ser uma mera invenção, mas sim uma vivência profunda dos gestos e da vida de Cristo;
  •  Os judeus já faziam o rito de render graças a Deus com o pão;
  •  E quando Jesus na última Ceia dá a sua própria vida naquela refeição Sagrada, nasce a Eucaristia.
Sabemos do grande esforço que a Igreja tem feito para Evangelização da Juventude, mas não é tão fácil assim, as transformações são grandes e falar de valores hoje para os Jovens é algo muito árduo.
Portanto convido você Jovem a internalizar alguns passos importantes para que tenhas mais “gosto” na participação da Santa Missa:

1-Coloque de forma incisiva em seu coração que não irás apenas para Igreja rezar com os lábios, mas será um verdadeiro encontro com o Senhor da Vida e com os irmãos que ele te deu.

2-Busque ter uma abertura no seu coração, ao chegar à Igreja saúde o dono da casa (Jesus) que não está distante, mas é o seu melhor amigo, não precisa de muitas fórmulas para falar com ele, afinal quando falamos com nossos amigos descartamos as formalidades.

3-O muitas vezes chamado “blá-blá-blá” do Padre é muito importante, pois Deus através do Sacerdote se comunica com você, quer  lhe mandar um “recado “ (é a forma religiosa concreta de Deus se comunicar com você, já que ele não dispõe de facebook, twitter, orkut, msn ou e-mail) para ti diante daquela Homilia.

4-Intimidade com Deus: é isso que muitas vezes nos falta, achamos mais fáceis desabafar nossa vida com os analistas e psicólogos (quando optamos por esse caminho) ou com quem nem conhecemos nas salas de bate-papo da vida, do que com o Padre na Confissão ou ainda com Jesus na hora da Comunhão. Entristeço-me quando vejo em algumas celebrações alguns jovens de Grupos de Jovens de nossas Paróquias, que passam a Missa toda conversando, atendendo celular, olha o Testemunho Turma!

5-O momento da Comunhão é um momento sublime na vida do cristão, fale com Jesus de forma sincera, se possível reclame, mas acima de tudo OUÇA-O! E firme um propósito para que você na sua condição de Jovem Católico seja sinal de vida aos outros jovens e à sociedade.

Enfim, é de suma importância que nossas Paróquias criem Missas com os Jovens, que eles se sintam participantes ativos do Mistério, pois já dizia uma canção embasada no pensamento do grande pai e mestre da juventude Dom Bosco: “para mim não pode haver festa maior do que ver a Juventude se aproximando do altar!”. Ainda indico aos pais, catequistas de crisma, vovôs e vovós preocupados com a Catequese Juvenil o livro A Missa me dá Tédio - Diálogo com os Jovens, deJavier M. Suescun, da Editora Paulus.

Acreditemos e rezemos por nossa Juventude!

Extraído do site da Diocese de Juazeiro